Mostrando postagens com marcador design. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador design. Mostrar todas as postagens

9 de novembro de 2010

Nathaly Rabelo na Casa Cor com a SDS

A designer Nathaly Rabelo teve seu vestido "Matis" exposto na casa sustentável da SDS, na Casa Cor Amazonas 2010.

O Vestido, que contém aplicação de canutilhos de tucumã, foi inspirado na Tribo indígena "Matis", também conhecida como "Matsés", faz parte da coleção Mistério Indígena, que foi criada especialmente para o concurso promovido pela Iódice junto a SDS, como parte do projeto AMA - Ame o Amazonas.



Nathaly também apresentou a biojóia composta por jarina e metal, também inspirada na tribo indígena.

Sobre a Casa Sustentável


Um espaço sustentável que destaca as peculiaridades do Estado do Amazonas é destaque na Casa Cor 2010, maior evento de arquitetura e decoração das Américas e o segundo maior do mundo. O Governo do Estado traz para o seu espaço o Projeto AMA – Ame o Amazonas, elaborado e executado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS) em parceria com a grife IODICE. São 150m2 voltados para o conceito da sustentabilidade que traz o princípio dos 3R’s – reduzir, reutilizar e reciclar -, evidenciados desde a construção até a decoração do ambiente, e que já vem sendo trabalhados pelas políticas públicas do Amazonas. A titular da SDS, Nádia Ferreira, e o designer Alexandre Iodice desenvolveram a ideia, que foi transformada em projeto arquitetônico pelos arquitetos Deborah Paes e Sérgio Santos. A abertura aconteceu no dia 14/10 no Centro Cultural Povos da Amazônia, local que recebe o evento até o dia 23 de novembro.

O espaço sustentável foi construído com madeira reutilizada, proveniente do barco regional Comandante Souza, que navegou por mais de 30 anos pelos rios do Amazonas. O barco tinha 23,80 metros de comprimento, construído com madeira de Itauba, Piranheira e Tauari, provenientes da região.

Para garantir o conforto térmico, a construção foi elevada do solo a uma altura de 50 centímetros e foram utilizados elementos arquitetônicos para controlar a entrada do sol no ambiente. Foi construído um sistema para comportar água no telhado com cobertura vegetal, com a finalidade de amenizar a temperatura interna e dar mais eficiência aos aparelhos de ar-condicionado.

Água da chuva

O espaço agregou o sistema de coleta de água da chuva PROCHUVA, desenvolvido pelo Governo do Estado para beneficiar comunidades ribeirinhas. A água interna utilizada será advinda do sistema PROCHUVA, as torneiras do lavabo terão sensor para uso racional, além de uma estação de tratamento de efluentes.

O PROCHUVA já atendeu 1.839 moradias levando beneficio a 9413 pessoas estando instalado em 77 comunidades de 15 municípios do Estado. O sistema a ser instalado no espaço do governo contará com um equipamento denominado “filtro de descida” destinado a filtrar a água captada pelo sistema proporcionando mais qualidade.

Arborização Casa Cor

O espaço sustentável conta também com um bosqueamento devidamente projetado ao seu redor. O projeto de arborização foi definido pelos pesquisadores João Ferraz e Rodrigo Bastos, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

Ferraz explica que o objetivo do bosque é proporcionar condições de bem estar aos usuários e visitantes do Centro Cultural dos Povos da Amazônia. “Criamos um bosque com espécies arbóreas nativas da Amazônia, afim de, criar condições propícias para o crescimento das plantas. Inicialmente, foram plantadas espécies nativas de rápido crescimento, e depois de um desbaste, espécies mais exigentes (sombra, fertilidade do solo)”, declara.

De acordo com os pesquisadores, as espécies plantadas no entorno da casa representam aquelas nativas com valor de múltiplo uso, tanto do ponto de vista econômico, como cênico e ambiental ecológico. Foi levado em conta também no calor característico da região.

O bosque conta com 400 espécies da região, dentre elas estão, Andiroba, (Carapa guianensis), Pupunha (Bactris gasipaes), Mogno (Swietenia macrophylla), Castanheira-da-Amazônia (Bertholletia excelsa), Cumarú (Dipteryx odorata), e Açaí (Euterpe Oleraceae).

Informações de: Nívia Rodrigues



Com o tema “Sua casa, sua vida, mais feliz, mais sustentável”, a Casa Cor Amazonas tem o objetivo de disseminar o conceito de viver bem em harmonia com natureza. A mostra é uma oportunidade de dar visibilidade a um estilo arquitetônico que vem de encontro às atuais necessidades da natureza e do homem: a da natureza, de ser preservada, e a do homem de viver com conforto e em perfeita interação com meio ambiente.
 
Período

15 de Outubro a 23 de Novembro
SPECIAL SALE 22 e 23 de Novembro

Horário
Terça a Quinta: 16:00hs às 22:00hs
sexta: 16:00hs às 23:00hs
Sábado, Domingo e Feriados: 12:00hs às 23:00hs
Dia 02/11: 16:00hs às 22:00hs
Dia 15/11: Fechado

Local
Centro Cultural Povos da Amazônia
Praça Francisco Pereira da Silva - Crespo - Manaus - AM

Ingresso
Inteira: R$ 20,00
Meia Entrada: R$ 10,00
Passaporte: R$ 70,00

Informações sobre o Evento
(92) 3643-1225

26 de março de 2009

Simpósio de Design Aborda Sustentabilidade




O II Simpósio de Educação em Design na Amazônia, a ser realizado de 16 a 19 de julho nas dependências da FUCAPI, terá como tema "Caminhos para a Sustentabilidade".
Confira os detalhes no hot-site: http://portal.fucapi.edu.br/simposiodesign2009/

17 de outubro de 2008

NATHALY RABELO NO AMAZONAS EM TEMPO



Matéria Publicada pelo Jornal Amazonas em Tempo, caderno Platéia, do dia 16.10.2008


A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DA MODA
O evento Design em Foco 2008, realizado pela Faculdade Martha Falcão, inicia hoje, às 19h, com o projeto ‘Faces da Amazônia’, da consultora Nathaly Rabelo - que incorpora o conceito de desenvolvimento sustentável à moda.

Depois de se fixar no mundo corporativo e na cena política nacional e internacional, o conceito de desenvolvimento sustentável invade o mundo da moda, como os manauaras poderão conferir no lançamento do projeto “Faces da Amazônia”, da designer e consultora de moda Nathaly Rabelo, que irá abrir a edição deste ano do Design em Foco, hoje, às 19h, no auditório da Faculdade Martha Falcão (Rua Natal, nº 300, Adrianópolis, Centro-Sul).
O evento é realizado há nove anos e conta com as participações de profissionais e alunos de Design de várias instituições de ensino locais. Embora tenha participado nas edições anteriores do Design em Foco, esta será, de fato, a estréia de Nathaly como profissional de Design. “Antes, eu atuei como membro do cerimonial. Agora, vou apresentar o meu primeiro trabalho”, esclarece Nathaly, que acaba de concluir a graduação em Design.
Ela explica que o “Faces da Amazônia” é fruto do projeto de conclusão do curso de Design da Faculdade Martha Falcão, que teve a orientação do professor Gean Lima, que a ajudou a desenvolver esse produto ao longo de dois anos. E o resultado foi a criação de sua terceira coleção de alta costura com peças inspiradas na biodiversidade amazônica. A criadora destaca que o projeto tem dois objetivos fundamentais: disseminar a sustentabilidade no mundo fashion e incentivar o desenvolvimento do mercado de moda local.
“Com a disseminação das práticas sustentáveis no dia-a-dia das pessoas, ajudaremos a preservar o planeta e a vida. Além disso, visto que estamos no meio da maior floresta tropical do mundo, que tem sido palco de inspiração para estilistas nacionais e internacionais, vamos incentivar o desenvolvimento de moda local, pois existem profissionais e estudantes com imenso potencial para mostrar a verdadeira ‘cara’ do Amazonas aqui e lá fora”, assegura Nathaly.

Moda conceitual
Nathaly frisa que o projeto foi estruturado para ser ecologicamente correto, culturalmente aceito e economicamente viável. “Ele tem todo um embasamento voltado para a comunicação desses três aspectos para que o público assimile a mensagem de práticas sustentáveis e a incorpore no seu dia-a-dia. Além das roupas, que fazem referência a isso, vamos utilizar músicas com letras voltadas para a questão ambiental e também vídeos. O público que comparecer ao evento será cadastrado e receberá via e-mail um catálogo de circulação internacional com mais de 100 dicas de práticas sustentáveis”, informa a designer.
Para os que não tiverem a oportunidade de conferir o evento, o catálogo já está disponível no blog da designer (www.nathalyrabelo.blogspot.com) e do próprio projeto (www.facesamazonia.blogspot.com). Ela ressalta que optou por não oferecer uma versão impressa do catálogo para agir em consonância com o que prega. “Se você imprime, além de gastar dinheiro com a impressão, você gasta tinta e papel”.

Pesquisa acadêmica e artística
Nesta atual coleção de moda, Nathaly privilegiou as cores da flora e fauna amazônicas, além de se inspirar na arte indígena, nos tecidos finos e caimentos ousados, com o intuito de mostrar ao público que a preservação da natureza influencia na preservação do próprio homem. “Esse projeto não é constituído apenas de um desfile de moda. Ele teve um forte embasamento teórico, com pesquisa bibliográfica, inclusive de livros científicos, visitas a zoológicos e bosques, além de estudo de outras coleções similares que utilizam esse conceito”, ressalta.
A arte indígena se insere nas obras da designer por meio da utilização de grafismos de várias etnias do Amazonas. “A arte desses povos é riquíssima. O fato de termos diversas etnias contribui para essa riqueza que não se limita aos grafismos, mas que está presente na música, na dança. Essa é uma das razões porque vamos utilizar também toadas de boi que têm batida que nos remete à música indígena e cujas letras são inspiradas em lendas indígenas”, comenta.
A idéia de aliar moda e Amazônia já vinha sendo desenvolvida pela designer desde a sua participação no concurso Ateliê Fashion, promovido pelo Amazonas Shopping Center, em abril deste ano, cujo requisito principal para a competição era a criação de cinco modelos em malha pet com o tema “Natureza”. Dessa forma, surgiu a série “Nature Haute-Couture” (“Alta Costura da Natureza”), que, entre outros destaques, apresentou o Vestido Orquídea, um dos mais aplaudidos no evento. Três meses depois, a designer apresentou outra coleção, a “Day by NR”, desta vez no Studio 5.
Entrada no mercado
Além de Nathaly Rabelo, a equipe do “Faces da Amazônia”, que alia moda à adoção de práticas sustentáveis no cotidiano da sociedade, é formada pelo professor Gean Lima, que atuou como orientador do projeto de conclusão de curso de Nathaly. Para ela, a participação de Gean foi fundamental porque, além de professor, ele é um destacado profissional de designer de produtos. “Ele me mostrou como fazer com que o projeto ficasse mais atraente para o público e para o mercado. Ele me apresentou muitas fontes de pesquisas e contribuiu para o aperfeiçoamento do produto”, afirma.
O produto final do “Faces da Amazônia” também reflete as orientações sobre hábitos dos consumidores, as quais foram obtidas por meio de uma pesquisa de mercado com os públicos A e B. “As mulheres, que são o alvo principal desse produto, disseram que se importam muito com a questão da ecologia e que tendem a comprar produtos ecologicamente corretos e que tenham a ver com a Amazônia”, revela Nathaly.
A designer também destaca que a união entre moda e natureza já é um comportamento culturalmente aceito. “Isso é uma coisa que já está sendo muito explorada. A receptividade é boa porque, a partir do momento que você une os dois conceitos, o público reconhece a importância disso e gosta, passando a consumir”, diz. Outro membro da equipe de Nathaly é o costureiro Oziel Costa, responsável pela confecção de todas as peças criadas pela designer. “Ele trabalha comigo desde que eu criei a minha primeira coleção”, lembra. Os contatos com Nathaly podem ser feitos por meio eletrônico (www.ic.carbonmade.com) ou telefônico (9613-8132).

Por Guilherme Gil, da Equipe do EM TEMPO.

2 de julho de 2008

O Projeto


INTRODUÇÃO
“A amazônia tem dono: são os índios, os pescadores, os ribeirinhos, e somos nós também, brasileiros, e temos consciência de que devemos desmatar menos, queimar menos, mas devemos também garantir o desenvolvimento dessa região (...)” Luiz Inácio Lula da Silva – Presidente do Brasil, declaração em resposta a uma reportagem publicada no The New York Times sobre o quanto a Amazônia valeria em termos financeiros (em média 5 bi).

De acordo com nosso Presidente, todo brasileiro é dono da Amazônia. Mas cada brasileiro cuida dela como tal?
Temos visto, ao passar dos anos, a agressão constante a nossas florestas: incêndios, desmatamentos, contrabando de animais silvestres, entre outros tristes acontecimentos. Considerando o sentimento inerente de cuidado e proteção com o que está ao nosso redor – família, amigos, finanças, etc. - até que ponto temos sido realmente donos da Amazônia, levando em conta que devemos cuidar e preservar o que é nosso?
A cada vez que o fogo toca às folhas das árvores, que queima o solo, que expulsa animais de seu habitat natural, devemos lamentar, certo? Errado! Antes de lamentar devemos nos olhar e refletir se estamos fazendo nossa parte. Não se fala apenas de não jogar lixo na rua – o que é de grande importância, vale ressaltar – mas de uma atitude mais intensa e constante, de preservarmos e fazermos preservar.
Como promover um projeto que atenda aos requisitos de empresas e órgão de investimentos, de forma que traga retorno financeiro e reconhecimento pela contribuição sócio-ambiental? Como promover um projeto que esteja dentro dos parâmetros das ONGs (Organizações não Governamentais) de preservação? Como promover um projeto que atenda aos dois lados e que atraia – verdadeiramente – o olhar, o desejo de consumo e a consciência ecológica dos consumidores?


PARA INVESTIR
Um projeto que desenvolva produtos ambientalmente corretos, socialmente justos e economicamente viáveis, e que agreguem ao investidor a qualidade de “Amigo do meio ambiente” – atributo bastante valorizado nos dias atuais;
Um espetáculo que envolva design, cultura e artes, que emocione e marque com inovação e brilhantismo;
A reunião dos novos talentos locais em um trabalho jamais visto na Região, atraindo os olhos do país e do mundo;
A divulgação maciça do projeto bem como de todos que dele participarem.
PRESERVAÇÃO DA NATUREZA
Um projeto que envolva uma comunicação eficiente sobre a importância da preservação ambiental.


PARA CONSUMIR
Produtos que tenham qualidade, exclusividade, beleza e sofisticação, produzidos no contexto da responsabilidade sócio-ambiental, e que esta sirva de inspiração e fonte de comunicação.

SOBRE O PROJETO
Trata-se de uma coleção de alta moda que segue características da Alta Costura e possui a biodiversidade Amazônica como fonte de inspiração, e esta será aplicada através da Biônica. Trata-se também do espetáculo que apresentará esta coleção, que reunirá artes, design e cultura de forma inovadora.

VISÃO DO PROJETO
Tornar-se uma referência de consciência ambiental, inovação e vitrine dos novos talentos de música, dança, artes plásticas e design do Estado do Amazonas. Tem-se como objetivo a evolução constante do mesmo, visando futuramente um alcance nacional e internacional, com participações em eventos de moda, de artes e cultura.

SOBRE A MODA
Embora aparente caráter efêmero, muitas vezes interpretado como “fútil”, o setor de moda é um dos maiores geradores de emprego e renda no mundo. No Brasil, segundo a ABIT (2000), é o que mais gera emprego para o sexo feminino, estando distribuído nos mais diversos campos, desde sua criação até sua venda.
Com relação à potência econômica, a moda caminha lado a lado com a informática e a gastronomia em termo de influência no consumo, e a cada ano vem aumentando mais e mais a economia dos países que investem no setor.
A moda gera empregos, porque é uma indústria, e, como tal, obriga à renovação, ao consumo, e, portanto, à circulação de dinheiro. Quando um consumidor compra um terno, por exemplo, está movimentando a economia e atingindo um grande número de pessoas, desde o estilista até a faxineira da loja em que comprou a roupa.
“O negócio da moda tangencia as áreas de criatividade, produção, administração e marketing. Para emocionar e fascinar pessoas, vale-se de conhecimentos oriundos da psicologia e da sociologia. O estudo, portanto, é uma atividade multidisciplinar envolvente e desafiadora” (COBRA, 2007).

SOBRE A INSPIRAÇÃO
Serão utilizadas como inspirações três tangentes principais: Flora, fauna e arte indígena, para a composição do projeto. A aplicação das formas abstraídas no produto final se dará na maior amplitude possível – serão explorados desde cores e texturas até movimentos e morfologia. Durante o desfile, momento principal deste projeto, serão explorados os conceitos da sinestesia (vide Anexos), a criatividade e a inovação, para que o processo de comunicação se dê de forma mais abrangente e completa possível.

1 de julho de 2008

QUEM ESTÁ NO PROJETO

NATHALY RABELO – Idealizadora, fashion designer e Diretora Responsável pelo Projeto. www.nathalyrabelo.blogspot.com | www.ic.carbonmade.com

Tem 21 anos. Atualmente trabalha no IPEM/AM, é concludente do curso de design da Faculdade Martha Falcão, assina uma coluna de moda no site Manaos.com.br e atua como consultora de imagem e personal stylist.
Sua intenção, em relação ao Faces da Amazônia, é levá-lo em frente, lançar a cada ano uma nova coleção com a temática proposta pelo projeto, lançar os desfiles em eventos de moda de todo país e divulgar a cultura e os novos talentos do Estado do Amazonas.


GEAN LIMA – Orientador
OZIEL COSTA - Costureiro
KAROL BRAGA - Make-Up & Hair
KARLA BORGES- Coordenação de new faces
LÚCIO RABELO – Assessoria Sócio-Ambiental
MARTA PINHEIRO – Coordenação de Relações Institucionais
MARNICE LOPES - Assessoria de Imprensa

Apoio Técnico:

ALMIR PACHECO – Design Gráfico e Produção
ANTÔNIO LUCA GRIFONI – Elementos da Ling. Visual / Fotografia
MYSIA DE PAULA - Produção / Staff
CAROLINA AROUCK - Produção / Staff
RAFAEL FRONER – PublicidadE e Propaganda


News Faces (modelos)

Fernanda Belo
Fernanda Menezes
Karla Borges
Maria Cláudia
Nayara Moreira
Natália Tupinambá
Zhaina Larissa
Participação especial da modelo: NÁDIA SALDANHA

Postagens populares